ÁLVARO DIAS NEGA MUDANÇAS NA COMUNICAÇÃO

O prefeito de Natal, Álvaro Dias(MDB), divulgou nota negando qualquer possibilidade de mudança na Secretaria de Comunicação, ao contrário do que foi publicado em alguns veículos na internet:

Rechaço  informação equivocada sobre suposta mudança na Secretaria Municipal de Comunicação, especulada sabe-se lá por quais interesses.

Em nenhum momento cogitei substituir o jornalista Heverton de Freitas, profissional experiente e correto no exercício de suas funções.

Lamento que tal tema.  tenha sido veiculado.

Espero, com o esclarecimento, encerrar o assunto.

Álvaro Dias
Prefeito de Natal

 

MAURÍLIO PINTO, XERIFE AGORA ESTRELA

Na primeira pauta, o impacto: Aquilo poderia ser uma caixa de assistência social, um confessionário, menos o gabinete do homem mais poderoso da polícia do Rio Grande do Norte. Contei, por baixo, umas 40
pessoas para se aconselhar, dedurar vizinhos, homens que produziam filho e sumiam deixando a barriga da mãe e a despesa para a família.

Uma bagunça. Todos falando alto e ao mesmo tempo. Galinhas cacarejavam. Galos de campina em gaiolas, numa tristeza infinita. Todos para entrega ao delegado Maurílio Pinto de Medeiros, chefe da Polícia Civil, Polinter e, de verdade, o Secretário de Segurança Pública de sempre.

Todos os mimos eram recusados. Um gordo, o homem, de palavras medidas e visão periférica na miudeza dos olhos. De conjunto bege
inconfundível. Calça e camisa de tecido. Uma mesa larga, juiz de paz que acalmava os valentões domésticos.

Foram meus primeiros dias de contato com Maurílio Pinto de Medeiros. Colega de turma do meu pai no velho Atheneu. Maurílio Pinto formado em jornalismo ainda na  Faculdade Eloy de Souza, Fundação José Augusto,  ali, nas alamedas que ainda existiam no Tirol aprazível.

Fonte, boa fonte, me disse Rubão. Que tinha todos os motivos para odiar policiais. Mas não se deixava contaminar pelo fel dos rancores. Sofrera na carne a barbárie da repressão. Com Maurílio Pinto, amizade e irmandade. “Não vá imaginando que terá privilégios por ser meu filho. Maurílio é pago para desconfiar. Mas é honesto. Se há um atestado que posso dar é o de lisura e Maurílio é um liso, vive de salário,” recitava outro campeoníssimo em falta de convivência com dinheiro.

Boa fonte, bons tempos. Jornal impresso trazia nas manchetes o berro da notícia em sangue quente. Pura, sem exclamação, mas com narrativa e densidade. Crimes poucos, mas bárbaros.

O assassinato de um médico e uma enfermeira, que namoravam, foram
seviciados e queimados onde hoje erguem-se fábricas no bairro de Neópolis, sinalizava: Natal deixava de ser uma província.

E o homem gordo e silencioso rastreando pistas, desvendando assassinatos, conhecendo criminosos pelos métodos, pelo instinto,
talento e herança do pai, Coronel Bento, o Caçador de Bandidos na era passada dos pistoleiros de cangaço.

Maurílio Pinto virou lenda. Menino danado em rua parava ao grito da mãe impotente: “Se aquieta Tonzinho, que eu vou chamar Dr. Maurílio para lhe ajeitar”. Da ameaça, o resultado vinha na transição  ao comportamento angelical.

Assalto a banco. Avenida Rio Branco. Bandidos cariocas levam odinheiro do caixa e fogem de ônibus. Comemoram tomando banho de piscina num hotel da Ladeira do Sol. O recepcionista desconfiou. No automático, ligou para Dr. Maurílio. Que prendeu todo mundo com um revólver 38 na mão, cena posta na capa dos matutinos da época.

Maurílio Pinto, se tinha competência e tino, pecava por falta de vaidade. Foi maltratado, congelado numa delegacia sem função prática e incomodava. Maurílio, polícia por vocação, não por pretensão de estabilidade.

Homenageado na Assembleia Legislativa e na Câmara Municipal anos atrás , acolhido pelo companheirismo de Dona Clarissa, o terror de criminosos aparentava o sofrimento das sequelas de uma trombose.

Maurílio Pinto fazia o mal tremer nas bases. Nunca prendeu franciscano nem pai de família inocente.

Se fosse o que dizem seus inimigos, teria se dado bem na política. Candidato a deputado estadual, ficou entre os 20 suplentes. Arruinado e sem apoio dos companheiros de ideologia e dos que lhe sepultariam
depois, o meu pai foi seu assessor de imprensa na campanha eleitoral. Maurílio não esquecera dele.

Natal, sem alvissareiros, poetas em cada esquina, cada vez mais impessoal, é coberta do luto indefeso, seu rosto autêntico chorando
Maurílio Pinto de Medeiros, seu símbolo protetor morto impiedosamente pela diabetes neste fim de sábado(19/5).

Ausência certamente celebrada como em banquete podre e silêncio covarde pelos abutres dos valores invertidos.

Paz nas estrelas, Xerife.

FELIPE ALVES DEBATE ESTRUTURA URBANA

Apresentação de planos de manutenção, mudanças no código de obras da cidade, destinação de mais recursos para obras de manutenção e a melhoria no diálogo entre as esferas governamentais. Estas foram as principais sugestões levantadas durante a audiência pública realizada  na Câmara Municipal de Natal, que discutiu a necessidade de manutenção e conservação na infraestrutura urbana da capital potiguar, visando o seu maior desenvolvimento. A proposição foi do vereador Felipe Alves (MDB).

Felipe Alves ressaltou a importância do debate e destacou que o desenvolvimento da cidade passa diretamente pela manutenção e conservação de seus equipamentos. O parlamentar comentou ainda que a capital potiguar possui diversos espaços onde existe a necessidade premente de manutenção, mas muitas vezes o poder público não dá a devida prioridade.

“Foi um debate intenso e muito esclarecedor. Para que as ações de manutenção dos equipamentos públicos sejam prioridade dos gestores públicos, apresentaremos uma proposta de mudança no código de obras de Natal, determinado que toda intervenção de infraestrutura tenha seu plano de manutenção, especificando de forma detalhada qual o material utilizado e a periodicidade para a realização de inspeção. Além disso, indicaremos mais recursos no orçamento municipal para que a secretaria municipal de Obras reforce as suas ações de conservação”, declarou Felipe.

Um dos temas relevantes tratados na audiência foi a situação da Ponte de Igapó. O vereador Felipe Alves indagou o engenheiro Walter Fernandes, representante do DNIT, sobre quais são as ações para recuperar o equipamento. Ele garantiu que apesar do desgaste não há risco eminente da ponte entrar em colapso, porém reconheceu a necessidade da realização de reparos em alguns pontos específicos da estrutura: “Estamos trabalhando para iniciar estes serviços ainda este ano”.

Participaram da audiência pública a presidente do CREA/RN, Ana Adalgisa Dias, o secretário municipal de Obras, Tomaz Neto, o secretário estadual de Infraestrutura, Jader Torres, o representante do DNIT, Walter Fernandes, a promotora do Meio Ambiente do MP/RN, Jeane Lima, além de representantes de diversas entidades ligadas ao tema.

ARTIGO VALÉRIO MESQUITA:OUSADIA DE CRIAR

A OUSADIA DE CRIAR
Valério Mesquita*
mesquita.valerio@gmail.com

Alberto Frederico de Albuquerque Maranhão nasceu em Macaíba, em 02 de outubro de 1872 e faleceu em Angra dos Reis (RJ) no dia 1º de fevereiro de 1944. Um meteoro de luz incandescente, que já aos 20 anos de idade colava grau na Faculdade de Direito do Recife. Ocupou inúmeros cargos: promotor público, secretário de governo, deputado federal por dois mandatos e governador do Rio Grande do Norte, por duas vezes. Intelectual, publicou livros e colaborou com diversas revistas literárias. Fundador do Instituto Histórico e Geográfico do RN, em 29 de março de 1902. Era filho de dona Feliciana e Amaro Barreto de Albuquerque Maranhão. Teve irmãos que também se notabilizaram como ele na história.
De compleição altiva, olhar sobranceiro, Alberto conduzia na palavra e nos gestos toda a obstinação de uma inteligência que escolheu a cultura como altar de sua crença. Naquele limiar do novo século era o homem esculpido, de ritmo inimitável de ascensão para a luz que surpreendeu até o irmão primogênito e líder Pedro Velho. E como primeiro impulso em favor das artes e da literatura, através da Lei 145 de 06 de agosto de 1900, proposta por Henrique Castriciano, estabeleceu a premiação de livros produzidos por autores domiciliados no Rio Grande do Norte. E, logo em seguida, inaugurou o teatro Carlos Gomes, hoje Alberto Maranhão, cuja renda do seu espetáculo inaugural foi revertida em favor dos flagelados da seca que se concentravam em Natal. O seu humanismo e nobreza de caráter alçaram-no à estatura de um Péricles de Atenas, tão expressiva foi a sua afirmação cultural com a obra administrativa que realizou.
No segundo mandato, fundou o Conservatório de Música, o Hospital Juvino Barreto, a Casa de Detenção, além da implantação da luz elétrica e dos bondes em Natal. Sem esquecer, ainda, a criação da Escola Normal e a reforma da educação, bem como, a edificação do Palácio do Governo na Praça 07 de Setembro. Uma visão global da obra de Alberto Maranhão me leva a dizer que ele foi um intelectual arrojado com uma intuição administrativa admirável, ao mesmo tempo que um dirigente operoso com uma visão cultural futurista para o inicio do século vinte. Conseguiu, até os nossos dias, irradiar uma luz tão forte sobre a sua personalidade política, ao ponto de merecer o respeito unânime de várias gerações, eternizado no tempo e no espaço.
Por tudo isso, no dia 04 de outubro de 2005, os restos mortais dele e de sua Inês, por iniciativa da Casa da Memória do Rio Grande do Norte, apoiada pelo Governo do Estado e pelo Conselho Estadual de Cultura foram trasladados para Natal. O homem não passa de uma extensão do espírito do lugar. Tudo se desfaz, menos os elos nativos que o prendem à terra. O homem será sempre prisioneiro de sua origem. Alberto Maranhão foi capaz de compreender o legado dos seus ancestrais e apaixonou-se pela causa pública no firme desiderato de dar glória ao seu Rio Grande do Norte. Nele se resume a dimensão da política no seu sentido aristotélico. Cito Pablo Neruda: “Ele sabia compartilhar conosco o pão e o sonho”. E a ousadia de criar.

(*) Escritor.

SOBRE O BLOG

Por motivo de férias do titular em maio, o blog está em ritmo devagar.

Não tenho interino.

Não dá pra pagar.

Nem patrocínio(muito medroso na cidade).

Medo do que está mais perto do que longe de acabar.

A perseguição odiosa.

Aqui e acolá apareço.

DINAMITE 5×2 CORINTHIANS, HÁ 38 ANOS

Há exatos 38 anos, no dia 4 de maio de 1980, Roberto Dinamite  confirmava  o reinado no duelo do Vasco contra o Corinthians, no Maracanã, pela segunda fase do Campeonato Brasileiro.

A partida marcou a volta do ídolo e artilheiro Roberto Dinamite ao Gigante, após rápida passagem pelo Barcelona – ESP. Na ocasião, após ver o Corinthians abrir o placar aos 11 minutos da primeira etapa, Dinamite logo tratou de colocar o Vasco em vantagem, marcando simplesmente cinco gols.

“Fiz mais de mil partidas em toda a minha carreira, mas uma especial me marcou. Foi quando voltei para o Brasil, vindo da Espanha, em 1980, e fiz cinco gols no Corinthians. Não foi um jogo diante de qualquer time, foi contra o Corinthians, que tinha Sócrates, Caçapava, Jairo… Fazer 5 a 2 no Corinthians é muito difícil. Joguei profissionalmente por 20 anos e não me lembro de outro jogador que tenha tido a honra de marcar cinco gols contra o Corinthians. Isso é marcante para qualquer atleta.

Não esperava fazer tantos gols, mas começou a sair um atrás do outro. Eu tive seis oportunidades e marquei cinco. O Vasco, como um todo, jogou muito bem e isso facilitou as coisas para mim. Tenho de ressaltar que contei com a colaboração de todo o grupo. Fiquei seis meses no Barcelona e a experiência não foi o que eu imaginava. Aí retornei para o Vasco e reencontrei o Maracanã cheio, com mais de 100 mil pessoas.

A minha expectativa era muito grande. Era a volta para a minha casa, para as minhas origens, para a família vascaína. Tudo tinha um significado muito especial.”

MERCENÁRIOS, ARTIGO DE VALÉRIO MESQUITA

MERCENÁRIOS

Valério Mesquita*
Mesquita.valerio@gmail.com

Tudo incomoda o vivente. O sobrevivente. Provar a sensação amarga da guerra perdida. Contemplar do alto do edifício urbano as maiorias fúteis impondo iniqüidades sobre Natal. O ter que habituar-se com a visão torta e vesga dos poderosos de plantão que impõem suas regras pela mídia. Natal sem becos, sem esquinas boêmias, sem praças, sem preces, povoadas de vultos inexpressivos que não serão falados amanhã. Extraviaram a noção de história. Os anos inaugurais do século XXI não têm o glamour dos fatos e das figuras do século passado. O homem coisificou-se. Perdeu a densidade, a identidade, a musculatura dos gestos e dos passos que fazem história.
Na política, não temos mais líderes como antigamente: os neófitos já saúdam os poucos náufragos que irão morrer amanhã. A paisagem é deserta. As instituições se burocratizaram em blocos de ferro e cimento armado. Não têm mais lume nem leme. “Igrejinhas” tão somente. Não sei se há esperança. Não sei se há salvação. A única ameaça à ordem constituída continua a ser o câncer de próstata. Muitos acreditam que é o maior desafio ainda não enfrentado pelo Ministério Público. Por outro lado, Natal a cada dia, fica mais insuportável com a quantidade de veículos. De motos. Principalmente aquelas que cortam o seu carro pela direita. Mas, assim caminham as capitais, as metrópoles para o futuro enganoso oferecido pelas imobiliárias. O ensino público e privado mercadejou-se tanto quanto o turismo sexual. Perdeu a qualidade. E viva a quantidade.
Fortunas repentinas arremetem-se para o alto iguais ao crescimento vertical da cidade. Não há explicação. Não há investigação. Tudo é volátil e volante. Expresso em arcos voltaicos celebrados na crônica social. É aí que se deduz que toda celebridade quando não é célere, é celerada. Ou fazem de cômicas todas as autoridades.
Saio de mim para penetrar na imponderabilidade do oceano que assiste, lá fora, a decomposição humana. A visão misteriosa do oceano pacifica e beatifica o pecador solerte, já dizia o décimo terceiro apóstolo de Cristo, perdido no tempo e no espaço, ainda acreditando na grandeza do último milagre.
Mas, estresse é coisa séria. Pode ser trágico, para não dizer cômico. Não há como escapar de suas ilações, reações adversas e efeitos colaterais. Mas, que Natal está chata e irreconhecível infelizmente é verdade. Tenho ultimamente pensado muito em Lucrécia. As duas. A Bórgia e a do Oeste. São pontos de fuga. Estações de tratamento para os dias. Os mesmos dias.

SAÚDE ESCLARECE VACINAÇÃO CONTRA GRIPE

NOTA OFICIAL

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) vem a público esclarecer sobre o estoque das vacinas utilizadas durante a Campanha Nacional de Vacinação Contra Influenza, que começou no dia 23 de abril e segue até 1° de junho.

As doses chegam a Natal por lotes, através da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), que recebe do Ministério da Saúde. A SMS está ciente de que o as vacinas em algumas unidades se esgotaram, mas informa que um novo lote está previsto para chegar já nos próximos dias, quando a situação se normalizará.

A Secretaria reafirma que não existe motivo para pânnico. Todas as pessoas que fazem parte dos grupos prioritários estabelecidos pelo Ministério da Saúde, terão acesso à vacina até o final da campanha. Fazem parte desses grupos: gestantes, puérperas (mulheres até 45 dias após o parto), idosos, crianças entre 6 meses e menos de 5 anos, trabalhadores da saúde, indígenas, professores, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e portadores de doenças crônicas não transmissíveis.

CNJ QUER SUGESTÕES PARA REFORÇAR COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA MULHER

Está aberto o prazo para envio de sugestões de melhorias da gestão das varas de violência doméstica. Até 11 de maio, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) receberá propostas para atualizar o Manual de Rotinas e Estruturação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.
Com a incorporação das contribuições, uma nova edição do Manual será divulgada em agosto.Todas as coordenações de violência doméstica dos 27 tribunais estaduais foram oficiadas sobre as medidas que estão sendo adotadas — via malote digital — pela juíza Andremara dos Santos, auxiliar da presidência do CNJ, no dia 16. A intenção é ouvir membros das coordenações especializadas — juízes, servidores e equipes técnicas — para produzir um conteúdo de consulta ágil.

AGENDA CULTURAL EM NATAL

Arte Urbana, Viola, virtuosismo e opções para o público infantil. A agenda cultural de fim de semana através da Lei Djalma Maranhão e ações da Prefeitura do Natal tem espaço para todos os gostos e estilos. O mecanismo de renúncia fiscal do Município é hoje o maior incentivador de cultura na cidade e permite atrações de qualidade para a população e a movimentação de toda a economia criativa da capital. Confira a agenda a partir desta sexta-feira (4):

SEXTA-FEIRA (4)

SEXTA DA VIOLA NA SECULT/FUNCARTE

As opções começam já nesta sexta-feira (4), quando o Festival da Viola desembarca no pátio da Secult/Funcarte (avenida Câmara Cascudo, Cidade Alta) com shows de Bio Dionísio, Genaldo Pereira, Raimundo Caetano, Felipe Pereira e Amâncio Sobrinho. Os duelos começam às 19h30 e a entrada é gratuita.

SÁBADO (5)

ARTE URBANA NO JESIEL FIGUEIREDO

No Espaço Cultural Jesiel Figueiredo (Gramoré), a partir das 19h, tem mais edição da “Batalha do Vinho”. Trata-se de um duelo entre Mcs e Djs que reúne diversas tribos de artes urbanas na Zona Norte de Natal. Desde o hip hop, rap, passando pela sonoridade regional, grafitti e skate. INÍCIO: 19h. ENTRADA FRANCA

DOMINGO (6)

PARQUE DAS DUNAS COM “SHOW DE MÃE”

A manhã de domingo no Parque das Dunas terá a presença da Cia Brinquedos & Brincadeiras, com o espetáculo Show de Mãe, dentro do Bosque Encena. A montagem apresenta uma personagem que passeia pelo universo materno, tecendo uma colcha de retalhos entre o humor feminino e situações cotidianas. Para embalar a narrativa, o grupo conta com a colaboração da Banda Brincantos e a participação especial de Alane Freitas, uma das participantes do The Voice Kids. 10H. ENTRADA FRANCA (show). Acesso ao Parque Custa R$ 1,00.

SOM DA MATA – Raphael Rodrigues & Convidados

O Som da Mata recebe o maestro e trompetista paulista Raphael Rodrigues. O músico apresentará versões instrumentais de canções brasileiras. O show contará com a participação especial de Carlos Zens e a colaboração dos músicos Pedro Paulo da Costa, Ricardo Menezes, Kleiber Vianana e Valério Felipe. 16H30. ENTRADA FRANCA (show). (o ingresso do Parque custa R$ 1,00).