GOVERNO RECONHECE CALAMIDADE MAS SECRETÁRIO CULPA MÍDIA

Um intérprete especialista em mandarim, dialeto chinês, talvez resolva o idioma cheio de consoantes da comunicação interna (não confundir com propaganda) do Governo do Estado.

Enquanto o poder maior reconhece e renova estado de calamidade pública na saúde, o secretário George Antunes fala em “terrorismo midiático”.

É preciso unificar a linguagem.

Há calamidade ou terrorismo?

De uma hora para outra, o Hospital Walfredo Gurgel virou sucursal do Sírio-Libanês de São Paulo?

A resposta não está na mídia.

Que o curativo não venha em forma de nota oficial, verdadeiro carimbo palaciano.

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