POLICIAL MORTA EM NATAL HOMENAGEADA EM SC

O 2º Batalhão de Polícia Militar de Chapecó prestou homenagem para a soldado Caroline Pletsch, de 32 anos, morta a tiros na segunda-feira em uma pizzaria na cidade de Natal, Rio Grande do Norte, local onde passava as férias com o marido. Além da homenagem, a PM enviou dois agentes para tomar as medidas necessárias para realizar o translado do corpo para Santa Catarina.

Em texto publicado nas redes sociais, o batalhão onde a policial prestou serviços durante cerca de quatro anos fez diversos elogios a sua conduta profissional: “Carol era versátil, guerreira e não media esforços para sorrir e nem para bem servir”. Em outro trecho, a PM ressalta que a ficha da soldado tinha 13 elogios por bons serviços prestados e quatro elogios por ocorrências com dedicação acima da média.

Durante uma dessas ocorrências, segundo a PM, a policial estava sozinha fora do horário de serviço quando soube do roubo a uma senhora no caminho por onde passaria para chegar a sua casa. Mesmo sem conhecer a vítima, ela localizou os autores e dominou dois assaltantes até a chegada do reforço.

Natural de Campo Grande-MS, Caroline Pletsch se mudou para Chapecó quando ainda era criança. Trabalhou por algum tempo no jornal Destaques, de Chapecó, como colunista de moda. Em 2013 foi aprovada no concurso da Polícia Militar e fez o curso de formação em Chapecó, passando a exercer a função de radiopatrulha que atende as mais diversas ocorrências.

O comando da Polícia Militar de Santa Catarina também divulgou uma nota oficial para destacar que um representante da corporação e uma assistente social estavam a caminho de Natal na manhã desta terça-feira. A nota da PM ainda diz que a corporação está de “luto e lamenta o fato de pessoas serem vítimas de homicídio pelo simples fato de terem escolhido a polícia como profissão”.

Outra instituição que prestou condolências e enviou um representante para a cidade de Natal foi a Associação de Praças do Estado de Santa Catarina (Aprasc). A nota de luto afirma que tristeza, indignação e revolta são os sentimentos da corporação após a associada ter sido “covardemente assassinada na noite dessa segunda-feira”.

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